19 de março de 2012

JMJ – Um novo tempo


“Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19)


Discípulos e nações: Jovens e planeta.
Ide e Fazei: Evangelização
Entre todas (os): Seres humanos. 



Palavras chaves de profecias vindas das sagradas escrituras e escolhidas plausivelmente pelo Santo João Paulo II. Usada para a inicial coroação, desse inédito e fantástico movimento da Igreja Católica. A Jornada Mundial da Juventude.


O novo, em todos os momentos e situações costuma sempre ser brilhante, fervoroso, admirável e muito belo. Assim como uma criança que nasce em uma família. Ela vem como um fôlego, cheio de alegrias, emoções, simplicidades, amor, união, perdão, consolo, carinho e outras séries de estímulos beneficiadores e motivacionais que um indivíduo deseja e necessita receber.

Falar da JMJ é como falar de uma criança que nasce. É falar de um novo fôlego que a Igreja católica esta recebendo. Criança = Jovens = Carismas = Vocação = Amor.

Em um mundo onde cada vez mais é difícil falar de Deus, do amor de Deus é o mesmo mundo onde os jovens se enchem de novos paradimas e se escondem em albergues sociais e virtuais, como forma de socialização. Vínculos de símbolos e linguagens antes vistas como o roubo da total subjetividade é hoje vista como uma grande ferramenta de evangelização.

O Jovem de hoje, é o jovem do amanhã, o adulto do depois e o idoso do final.

Dar voz a juventude é o principal objetivo desse lindo movimento. A força e a vivacidade que um jovem tem, tendo em suas saudáveis veias muita energia, criatividade e desejo de mais. O desejo de evolução e crescimento. É muito comum ouvir dizer “os nossos jovens estão se perdendo”. Os jovens de um mundo pré-moderno necessitam de um fluxo novo e espiritual. Que estatística é essa 600 mil jovens em um único movimento? Isso é mesmo possível?

Basta estar vivo para crer, basta respirar para sentir, basta ter sangue para ser humano.

Acreditar na juventude é apostar na propagação de uma evangelização em um mundo que desconhece o amor de Deus. O ser jovem sem cronologia de tempo maturacional é desafio desse mundo pré-moderno. Se arriscar nesse lindo movimento requer coragem e atitude.

Basta escolher: pelo amor (vivacidade) ou pela velhice (comodidade).

Por: Sharlys Jardim

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